terça-feira, 27 de março de 2018

#Prova-1_2018_Athenas_SP


Desde o início de 2017, os treinos estão focados na distância dos 5km. Há mais de um ano existe uma distância definida das provas, e desta forma, a quilometragem não tem variações. Nem por isso é chato, monótono. Muito pelo contrário. Cada treino traz uma situação diferente, e ficam cada vez mais difíceis e desafiadores. E estou adorando isso.

 E domingo foi o dia da primeira prova de 2018, com um ano completo deste treinamento voltado para a distância. A minha melhor marca de 2017 havia sido 20:55, e no último domingo a meta era ou manter ou baixar, e consegui baixar 8 segundos, que foram muito comemorados. Principalmente porque logo no início da prova, fui derrubada por outro corredor que estava atrás de mim, e desequilibrou. Fui ao chão, e logo o Marcelo, me levantou e disse: Dani não aconteceu nada, vai e faz o que veio para fazer.

Engoli o susto fui em frente. Retomei o ritmo inicial que nem havia dado tempo de começar e entrei na prova.


A meta era manter o ritmo próximo de 4:10, abaixo dele. Os quilômetros foram passando, e fui conseguindo passar com as parciais dentro do planejado.

E assim concluí com o tempo melhor, 20:47, na sexta colocação geral.

A primeira coisa que fiz foi abraçar o Marcelo e agradecer pela força que ele me deu para não desistir.


O melhor ensinamento desta prova foi o controle da parte emocional que permitiu que eu cumprisse o objetivo.


Parabéns ao Marcelo que também fez uma excelente marca, dentro do que havia sido planejado. Parabéns a Eloia, uma corredora que admiro e sempre vou admirar por tudo que ela me ensina, mesmo que de longe.

Parabéns aos alunos da assessoria, que alcançaram ótimos resultados. Parabéns a todos amigos corredores.


Daqui a duas semanas temos mais um objetivo. Agora apenas treinos de manutenção até lá.

Bons treinos e até a próxima!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Review Fila Kenya Racer 3

O meu review hoje será sobre um tênis que já foi lançado há algum tempo e bastante falado em muitos locais das redes sociais e também avaliado por diversos corredores: Fila Kenya Racer 3.



Tive o privilégio de receber este modelo de calçado no 1º treino Marathon Maniacs que ocorreu dia 25 de novembro na cidade universitária em São Paulo. Porém havia recebido um modelo anteriormente em meados de janeiro de 2017 da Fila, por intermédio do Colucci (Blog Sempre Correndo). Então tive mais oportunidade de utilizar o modelo anterior do que este que ganhei no treino em novembro. São modelos iguais apenas em cores diferentes.

Modelo que recebi no treino Marathon Maniacs


Antes de falar sobre a minha impressão sobre o tênis, gostaria de relatar algumas características importantes sobre a constituição deste modelo:

Cabedal: 
Tecido tela sem forração e sem costura
Cadarço tipo chato e bem comprido
Possui 7 furos mais o furo extra
Possui contra-forte em haste porém flexível
Sem costuras

Sola: 
EVA Energized Ribbons
Flexibilidade média a alta
Drop médio a baixo

Utilização:
Até a data de hoje utilizei o tênis por 10 semanas não seguidas em um até dois dos seis treinos semanais, ou seja, utilizei aproximadamente 20 vezes (aproximadamente 160 km).
Testei em treinos de velocidade ( pista) e rodagens (asfalto).
Utilizei em asfalto e pista molhada também.
Fiz uma prova de 16k (Volta ao Cristo 2017), no asfalto seco e terra seca e batida.





Utilizei-o com meia e sem meia nos treinos. Sem meia o dedo menor ficou ralado por causa da tela, desta forma recomendo utilizar apenas com meias.



Está praticamente novo :). Apesar que eu lavei ele para tirar estas fotos :)


Minha percepção sobre os aspectos:

Peso:
Muito leve e excelente para treinos e competições também.

Drop:
Pouca diferença de drop, que caracteriza ele como um tênis veloz e de competição.

Conforto:
Pouco confortável, pois o tecido em tela é rígido e mais duro do que tecidos dos tenis que utilizo.  Mas não é um empecilho. Apenas menos confortável.
Um outro ponto que percebi foi que a sola possui uma elevação na parte da ponta dos pés, que força os dedos ficarem em uma curvatura para cima. Mas pode ser que com o tempo de uso esta curvatura irá reduzir com a deformação do solado.

Solado:
Bom grip e responsividade tanto no asfalto, quanto na pista emborrachada e terra seca. Em pista molhada não escorrega, assim como no asfalto.

Fôrma:
Fôrma maior. É recomendável olhar na tabela e comparar o tamanho em centímetros dos calçados que já utiliza, e assim ver o tamanho que  for igual quando for comprar. Não precisou ser um número maior, como ocorre em todos os tênis que utilizo, que precisam ser de um número maior.

Tipos de treinos:
É apropriado para treinos de menor quilometragem, desde rodagens à treinos de velocidade. Inclusive competições. Classifico como um tênis veloz e de competição.

Durabilidade:
Apesar de utilizar apenas por 160 km, a sola se mantém sem nenhum tipo de gasto, inclusive todos os desenhos do solado estão iguais de quando era novo. Isso está relacionado com o revestimento de borracha que está na sola por completo.
Para que a minha opinião fosse mais completa preciso utilizar por mais tempo para verificar a durabilidade, mas esta amostra já revela o quanto é um tênis mais durável do que os modelos que utilizei de outras marcas.

Resumo da minha opinião:

A meu ver este calçado é uma ótima opção para corredores que buscam velocidade.

O único ponto que me incomodou foi a tela como tecido do tênis, pois não dá para utilizar sem meia, apesar do reforço com o feltro na parte de cima dos dedos. Mas com certeza isso não se sobrepõe as diversas qualidades que o tênis apresenta, como a leveza e qualidade. E também é uma opinião mais pessoal.

Eu recomendo a compra para quem já tem interesse. Principalmente para quem busca um calçado para seus treinos de velocidade e competições. Além de ter um valor mais baixo com relação a outras marcas.

Espero que tenha gostado deste meu review e eu tenha levantado pontos importantes para você que quer adquirir este tênis que ainda está disponível no mercado. E qualquer dúvida, estou a disposição no que eu puder complementar a vocês.

Obrigada por sua visita e bons treinos!

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Você respeita os seus treinos leves?

Realizar treinos de maior intensidade é importante para a evolução na corrida em termos de velocidade média. Porém é importante também realizar os treinos mais leves para que seu corpo se recupere e assim consiga evoluir.

Os treinos leves são inseridos no planejamento entre os treinos de maior intensidade. Além disso, são formas de complementar o seu volume total semanal.

Você sabia que corredores de elite respeitam muito os treinos leves? Eles, por incrível que pareça, fazem estas sessões de forma mais lenta do que os amadores.

Um grande exemplo disso é a atual recordista mundial feminina de meia maratona, Joyciline Jepkosgei (1h04min52s – 3:05 min/km), realiza seus treinos leves com pace entre 5:00 a 6:00 min/km.
MARTIN HYKL/AFP/GETTY IMAGES

Estas sessões são realizadas no segundo período do dia, no qual a primeira abrange um treino intervalado geralmente - Leia mais em https://www.si.com/edge/2017/04/05/joyciline-jepkosgei-half-marathon-world-record-training-coach-nicholas-koech

Se pensarmos em um exemplo de um amador que tem como marca na meia maratona de 1h45 – 5:00 min/km), deveria ter as suas rodagens leves muito mais lentas do que este ritmo. Se comparar a Joyciline que faz um pace de 3:05 na meia e rodagens a 5 e 6 min/km, este amador teria que fazer as suas ao menos entre 7:00 a 8:00 min/km.

É claro que este é apenas um exemplo simples, mas nos faz pensar que temos que dar real importância a este treino. Geralmente a maior parte dos corredores não dá e até pensam que é perda de tempo, e que todas sessões precisam ser difíceis. Porém não é assim que funciona.

Cada método possui um papel em seu treinamento. Funciona como um quebra - cabeça. Se tirar alguma peça ou mudar a sua posição, ela não irá se encaixar, comprometendo o produto final: seu objetivo.

Pense bem nos seus treinos e se realmente está fazendo o que precisa em cada dia, sem exceder desnecessariamente.

Bons treinos!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Review Vibram Five Fingers

Este será o meu segundo review sobre tênis de corrida.

Porém este modelo que vou falar é bem diferente dos calçados que a maior parte dos corredores utilizam, e também muito diferente do tênis do meu primeiro review.

O modelo de calçado será da marca Vibram, do tipo five fingers com a separação dos dedos: 
Bikila e Kso Evo.
São tênis que imitam um pé humano, e facilitam uma movimentação natural de nossos dedos e nosso pé como um todo.

Antes de falar sobre a minha experiência, gostaria de relatar algumas características importantes sobre a constituição destes dois modelos:

Bikila:



Material superior: poliéster malha
Sola: Espessura 8,5 milímetros (2,5 Rubber/4-EVA/2-insole)
Sem palmilha removivel
Leve: menos de 100g(tamanho 40 EU)

Kso Evo:



Material superior: Tecido de poliéster
Sola: Palmilha 2 milímetros EVA + Midsole: N / A • Borracha: 3mm
Sem palmilha removivel
Leve menos de 100g(tamanho 38 EU)

Utilização:






Utilizei o Bikila (laranja), desde junho de 2016 (média de 2 treinos por semana) e o Kso Evo desde abril de 2016 (média de 1 treino pro semana), ou seja, 1 ano e 5 meses o primeiro e 8 meses o segundo.

Utilizei em treinos de rodagem (asfalto e pista) e também em treinos de velocidade (asfalto e pista). Utilizei em asfalto e pista molhada também.

Fiz uma prova de 5k e duas meias com o Bikila, no asfalto, piso seco.

Fiz uma prova de 5k com o Kso Evo, asfalto, piso molhado.

Utilizei-o com meia (apenas quando estava muito frio) e sem meia, na maior parte das vezes.


Minha percepção sobre os aspectos:

Peso:

Os dois modelos são extremamente leves e sensação de estar descalço.

Drop:

Ambos modelos de solado bem fino, o que força a utilizarmos muito mais a musculatura da parte de trás da parte inferior da perna, que no início da utilização, pode causar muitas dores musculares, caso o corredor tenha costume de utilizar tênis com diferença de drop.

Conforto:

Os dois são mais confortáveis sem a utilização de meia. Sensação de liberdade na movimentação dos dedos principalmente.

Sola:

A sola de ambos modelos é fina, que protege de machucados, porém a sensibilidade a qualquer tipo de obstáculo, como pedras e outros objetos pontiagudos é alta.
No asfalto molhado os dois possuem boa aderência, porém na pista molhada, levemente escorregadio.

Tamanho:

É altamente recomendável ver a tabela de numeração para encontrar um tamanho correto.

Tipos de treinos:

A meu ver é apropriado para todos os tipos de treinos, desde rodagens, longos e treinos de velocidade. Porém é importante que a pessoa aumente a quilometragem aos poucos para uma melhor adaptação e sem riscos de se lesionar.

Durabilidade:

A durabilidade do Bikila, que tem um tempo maior de uso do que o Kso, foi maior. A sola é mais resistente e está com poucos pontos de desgaste em comparação ao Kso. A durabilidade pode depender também do tipo de terreno que a pessoa corre (asfalto deve gastar mais).

Resumo da minha opinião:

Este calçado promove uma sensação diferente de todos os tênis que já utilizei.
Naturalmente modificamos a aterrissagem da corrida para o médio pé, e aumentamos a cadência, similar ao que ocorre quando corremos descalços.

Um ponto negativo é a dificuldade de encontrar o produto aqui no Brasil.

Eu recomendo a compra para quem já tem interesse e quem tem curiosidade de como é correr descalço, porém tem receio por conta dos pisos que treinamos. Além destes, existem outros diversos modelos da marca.


Espero que tenha gostado deste meu segundo review. É simples, porém incluo informações que são úteis aos corredores que tem curiosidade de saber mais sobre o produto.

Em breve farei de outros dos modelos de tênis que utilizo em meus treinos.


Obrigada por sua visita e bons treinos!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Meu primeiro review: Nike Zoom Fly :)

Este será o meu primeiro review sobre tênis de corrida 😊

Sempre busquei informações de outras pessoas sobre algum modelo que estava interessada, e agora chegou a vez de dizer a minha opinião que pode ser bastante útil a quem pretende adquirir o modelo do qual vou falar.

O modelo será o Nike Zoom Fly, um calçado inspirado no Vapor Fly do projeto Breaking 2 que teve uma repercussão enorme na mídia, deixando os corredores alvoroçados. Eu fiquei, e você?




Recebi o Zoom Fly para testar no mês de agosto, e fiz questão de utilizar por alguns meses justamente para ter um relato consistente, pois nada adianta utilizar por alguns dias, e dizer que tem uma opinião formada. Eu defendo a utilização por algumas semanas justamente para perceber aspectos que dependem de um tempo maior de uso.

Antes de falar sobre a minha experiência, gostaria de relatar algumas características importantes sobre a constituição deste modelo:

Cabedal: 
Em Flymesh com forração
Cadarço Flywire
Possui 6 furos mais o furo extra
Possui contra-forte de espuma
Símbolo Nike emborrachado

Sola: 
Lunarloon
Placa interna de nylon e carbono
Não flexível


Utilização:
Até a data de hoje utilizei o tênis por 18 semanas em dois dos seis treinos semanais, ou seja, utilizei aproximadamente 36 vezes.
Testei em treinos de rodagem (asfalto, cascalho e pista) e também em treinos de velocidade (asfalto e pista).
Utilizei em asfalto e pista molhada também.
Fiz uma prova de 5k, no asfalto, piso seco.
Utilizei-o com meia e sem meia nos treinos, tanto no asfalto, quanto na pista.








Minha percepção sobre os aspectos:

Peso:
Leve e excelente para treinos e competições também.

Drop:
No início estranhei o drop e também a altura do solado, mas depois de alguns treinos me adaptei. A maciez da sola aliada a dureza da placa interna faz o mesmo adaptar aos diversos pisos, inclusive na pista de borracha.

Conforto:
Confortável tanto com meia, quanto sem meia. O revestimento interno é de um tecido bem macio.

Sola, sensação da placa:
No caminhar e no correr é possível sentir a impulsão da placa. Algumas pessoas não sentiram, mas isso pode estar relacionado com o peso corporal.
Talvez o Vapor Fly 4% que tem a placa totalmente de carbono (fato que deixa o tênis caro, assim como os tênis de basquete que utilizam de tecnologia similar), promove uma maior impulsão devido a força do material, quando comparado com o Zoom Fly.

Fôrma:
Fôrma menor e mais estreita. É recomendável olhar na tabela e comparar o tamanho em centímetros dos calçados que já utiliza, e assim ver o tamanho que  for igual quando for comprar.

Tipos de treinos:
É apropriado para todos os tipos de treinos, desde rodagens, longos e treinos de velocidade. Inclusive competições. Adapta-se ao terreno (asfalto e pista), inclusive molhados, sem escorregar.

Durabilidade:
Apesar de utilizar apenas há 18 semanas, a sola se mantém sem nenhum tipo de gasto, inclusive todos os desenhos do solado estão iguais de quando era novo. Apenas mais sujinho, é claro J







Resumo da minha opinião:
A meu ver este calçado provoca uma sensação diferente de todos os tênis que já utilizei (e olha que foram muitos J). Ele tem um preço muito mais acessível do que o Vapor Fly 4%, que foge da realidade de muitos corredores, que não tem condições de dispor de mais de mil reais em um único calçado.

O único ponto que me incomodou foi a altura do solado, principalmente porque utilizo sempre tênis de perfil mais baixo. Mas depois de algumas sessões me acostumei com a altura e até curti aumentar a minha estatura em alguns milímetros J

Eu recomendo a compra para quem já tem interesse. Principalmente porque o tênis tem um arranjo grande de possibilidades de utilizar, independente do local ou distância que o corredor faz.

Confesso que tenho muita vontade de  correr com o Vapor Fly, justamente para poder comparar os dois e verificar as diferenças nos aspectos que avaliei 😉

Espero que tenha gostado deste meu primeiro review. Em breve farei outros dos modelos de tênis que utilizo.

Obrigada por sua visita e bons treinos!

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A última prova do ano: Corrida Olga Kos


Último mês do ano com a última prova do ano.

Finalizamos 2017 na Corrida Inclusão a toda prova do Instituto Olga Kos, que desenvolve projetos artísticos e esportivos, aprovados em leis de incentivo fiscal, para atender, prioritariamente, crianças, jovens e adultos com deficiência intelectual, e também pessoas sem deficiência, que se encontram em situação de vulnerabilidade social e residem em regiões próximas aos locais onde as oficinas são realizadas. Uma corrida que defende uma boa causa e direciona as doações para este instituto.

O evento contou com duas distâncias (4km - corrida e opção de caminhada), e 10km (corrida). O percurso nas avenidas que ficam próximas ao Parque Ibirapuera ( República do Líbano e Rubem Berta), ofereceu um desafio aos participantes devido a altimetria variada.

A meta nesta prova era realizar um split negativo, ou seja, realizar uma determinada quilometragem mais devagar no início e finalizar mais rápido do que iniciou. O Marcelo e eu decidimos correr juntos do começo ao fim, e definimos um ritmo que estivesse apropriado para nós. E assim determinamos um pace médio nos primeiros 5km (4:40), e um ritmo mais rápido na segunda metade que coincidiu com a parte mais difícil do percurso 😓(4:25 média).

No início foi necessário segurar mesmo o "freio"😁, pois normalmente a maior parcela dos participantes, iniciam a prova em um ritmo mais rápido e ao longo do percurso perdem a velocidade. E nesta prova percebi isso nitidamente, principalmente porque fico prestando atenção nas mulheres que ultrapasso 🙈.

Até o terceiro quilômetro eu estava na oitava ou nona colocação, e assim quando atingi a metade da prova, já estava em segunda 👏. E como a segunda metade era mais rápida, pude abrir uma pequena vantagem e me manter 💪

E assim além de atingir o objetivo de realizar o tão difícil, mas possível, split negativo, consegui a segunda colocação, finalizando o ano de provas muito contente com todo aprendizado 💃.





Falando em dados precisos da prova, os primeiros 5km foram em 23:20(4:40) e a segunda parte em 21:47(4:21). Tempo final líquido: 45:07.

Quero agradecer ao Marcelo por ter me ajudado neste controle principalmente no início da prova, e por compartilhar destes objetivos comigo.😍

Parabéns também a aluna Claudia da assessoria, que enfrentou este percurso difícil!👏👏👏



Agora iniciaremos o planejamento para o ano de 2018, no qual continuaremos com foco nas distâncias mais curtas (5 inicialmente e 10km posteriormente) e faremos menos provas durante o ano (meta de uma prova a cada 12-14 semanas).
Estamos adorando as provas rápidas!💀

Parabéns a todos participantes! E muito obrigada por sua visita! Até a próxima!👊

Bons treinos!


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Athenas Run Longer - a vez dos 10k

Durante o ano de 2017, o foco principal dos treinos foram para provas de 5km. Porém a nossa curiosidade também era verificar o que ó treinamento para os 5km provocaria aos 10.

Desta forma a última prova alvo de 2017 foi os 10km. Escolhemos o Circuito Athenas (5/11), pois além de ser uma prova organizada e aferida, oferece um percurso plano e propício para manter um ritmo uniforme.

De acordo com os resultados obtidos no ano nos 5k, a previsão para os 10 já estava em nosso planejamento, e cada um (eu e o Marcelo) tinha um ritmo a cumprir para atingir o objetivo pessoal.

O dia da prova amanheceu nublado e com uma temperatura bastante agradável.😀

Largamos juntos, mas a partir do primeiro quilômetro o Marcelo já ficou mais a frente devido ao ritmo alvo dele ser praticamente 20 segundos mais rápido do que o meu.

O percurso plano, com apenas uma curva fechada do retorno (5k), propiciou um ritmo médio sem grandes oscilações e um maior controle da prova.

E assim nós dois concluímos dentro do objetivo pessoal. O Marcelo, além de concluir a prova muito bem, bateu o seu recorde 💪. Ou seja, o treinamento durante o ano para os 5km, além de fornecer a sua melhor marca pessoal nos 5, também refletiu de forma positiva para os 10k, onde também conseguiu o seu RP!




Parabéns a todos e parabéns Marcelo! Seu ano de 2017 foi excelente.

Parabéns aos DB's que arrasaram nos 10k e também nos 21km da mesma prova!

Agora no próximo dia 3 de dezembro faremos nossa última prova de 2017, será também nos 10k da Olga Kos, que tem o percurso na República do Líbano e Rubem Berta, próximo ao Parque do Ibirapuera. Mas esta prova terá um objetivo diferente: de correr juntos o percurso todo. Assim como abrimos este ano correndo uma prova inteira juntos (leia aqui 😍), iremos finalizar do mesmo jeito.

E você, como foi o seu ano de 2017 e seus objetivos?

Obrigada por sua visita e leitura! E até a próxima!






Duas meias maratonas em semanas seguidas

Em outubro de 2024, participei de duas provas de meia maratona em dois finais de semana seguidos. Isso ocorreu por conta de uma delas ter ti...