sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Meia Maratona Internacional de Florianópolis - um desafio a mais

Neste segundo semestre, retornei para as meias maratonas, e no último domingo, dia 25, realizei a segunda prova alvo, sendo que a primeira foi a Track Field Eldorado, conforme o post anterior.

Esperei muito para esta prova, pois além de ser uma prova alvo, foi mais especial, por ser em Florianópolis. Ela ocorreria 5 semanas após a anterior, e por isso, almejava um melhor resultado pessoal.

Nas duas semanas antecedentes à prova, comecei a sentir um incômodo na musculatura da canela direita. E isso começou a me preocupar, pois estava tão próxima da prova.

Para que a dor não piorasse e atrapalhasse, reduzi o volume dos treinos de corrida e substitui por elíptico, que é um aparelho que tem um movimento muito próximo da corrida, porém sem o impacto. A ideia seria manter o trabalho cardiorrespiratório e poupar a região com dor.
A maior parte das lesões que atingem corredores estão relacionadas com o impacto, mesmo se os treinos forem controlados, dependendo do volume de treinos e outros diversos fatores, alguns estão mais suscetíveis a lesões do que outros.

Essa redução nos treinos específicos de corrida teve um certo peso psicológico, pois queria estar 100% no dia da prova e conseguir fazer o melhor.

Com a redução dos treinos, a dor reduziu como era esperado, porém eu sempre sentia um incômodo na região.

O dia tão esperado chegou e procurei não pensar muito na lesão, me concentrando no que tinha que fazer.

O amanhecer estava nublado, porém com a temperatura já nos 22 graus. Fiz o aquecimento e me posicionei.

E por incrível que pareça, após o tiro de largada, não senti a dor ( mas sabia que ela estava lá), e me concentrei no ritmo. Estava extremamente feliz em estar na corrida que tanto esperei.

Mantive um ritmo bastante uniforme até aproximadamente o quilômetro 14 (4:28 min/km), neste ponto o vento ficou um pouco mais forte, e consequentemente o ritmo caiu, mas consegui retomar com a redução do vento no quilometro 16 a 17.

Conclui a prova dentro do faixa de ritmo almejada, mesmo com a lesão, fechei a meia em 1:36:09 (4:33 min/km), na 16ª colocação geral feminina.  Fiquei muito feliz por conseguir!



O Marcelo também correu no evento, nos 5km, e voou como sempre!



Agora que a prova passou, estou realizando um tratamento melhor para a lesão, e quero em breve estar 100%, para que em 2019 eu busque melhorar ainda mais meus tempos nas meias.

Obrigada por sua visita e bons treinos!


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