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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Review Vibram Five Fingers

Este será o meu segundo review sobre tênis de corrida.

Porém este modelo que vou falar é bem diferente dos calçados que a maior parte dos corredores utilizam, e também muito diferente do tênis do meu primeiro review.

O modelo de calçado será da marca Vibram, do tipo five fingers com a separação dos dedos: 
Bikila e Kso Evo.
São tênis que imitam um pé humano, e facilitam uma movimentação natural de nossos dedos e nosso pé como um todo.

Antes de falar sobre a minha experiência, gostaria de relatar algumas características importantes sobre a constituição destes dois modelos:

Bikila:



Material superior: poliéster malha
Sola: Espessura 8,5 milímetros (2,5 Rubber/4-EVA/2-insole)
Sem palmilha removivel
Leve: menos de 100g(tamanho 40 EU)

Kso Evo:



Material superior: Tecido de poliéster
Sola: Palmilha 2 milímetros EVA + Midsole: N / A • Borracha: 3mm
Sem palmilha removivel
Leve menos de 100g(tamanho 38 EU)

Utilização:






Utilizei o Bikila (laranja), desde junho de 2016 (média de 2 treinos por semana) e o Kso Evo desde abril de 2016 (média de 1 treino pro semana), ou seja, 1 ano e 5 meses o primeiro e 8 meses o segundo.

Utilizei em treinos de rodagem (asfalto e pista) e também em treinos de velocidade (asfalto e pista). Utilizei em asfalto e pista molhada também.

Fiz uma prova de 5k e duas meias com o Bikila, no asfalto, piso seco.

Fiz uma prova de 5k com o Kso Evo, asfalto, piso molhado.

Utilizei-o com meia (apenas quando estava muito frio) e sem meia, na maior parte das vezes.


Minha percepção sobre os aspectos:

Peso:

Os dois modelos são extremamente leves e sensação de estar descalço.

Drop:

Ambos modelos de solado bem fino, o que força a utilizarmos muito mais a musculatura da parte de trás da parte inferior da perna, que no início da utilização, pode causar muitas dores musculares, caso o corredor tenha costume de utilizar tênis com diferença de drop.

Conforto:

Os dois são mais confortáveis sem a utilização de meia. Sensação de liberdade na movimentação dos dedos principalmente.

Sola:

A sola de ambos modelos é fina, que protege de machucados, porém a sensibilidade a qualquer tipo de obstáculo, como pedras e outros objetos pontiagudos é alta.
No asfalto molhado os dois possuem boa aderência, porém na pista molhada, levemente escorregadio.

Tamanho:

É altamente recomendável ver a tabela de numeração para encontrar um tamanho correto.

Tipos de treinos:

A meu ver é apropriado para todos os tipos de treinos, desde rodagens, longos e treinos de velocidade. Porém é importante que a pessoa aumente a quilometragem aos poucos para uma melhor adaptação e sem riscos de se lesionar.

Durabilidade:

A durabilidade do Bikila, que tem um tempo maior de uso do que o Kso, foi maior. A sola é mais resistente e está com poucos pontos de desgaste em comparação ao Kso. A durabilidade pode depender também do tipo de terreno que a pessoa corre (asfalto deve gastar mais).

Resumo da minha opinião:

Este calçado promove uma sensação diferente de todos os tênis que já utilizei.
Naturalmente modificamos a aterrissagem da corrida para o médio pé, e aumentamos a cadência, similar ao que ocorre quando corremos descalços.

Um ponto negativo é a dificuldade de encontrar o produto aqui no Brasil.

Eu recomendo a compra para quem já tem interesse e quem tem curiosidade de como é correr descalço, porém tem receio por conta dos pisos que treinamos. Além destes, existem outros diversos modelos da marca.


Espero que tenha gostado deste meu segundo review. É simples, porém incluo informações que são úteis aos corredores que tem curiosidade de saber mais sobre o produto.

Em breve farei de outros dos modelos de tênis que utilizo em meus treinos.


Obrigada por sua visita e bons treinos!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Meu primeiro review: Nike Zoom Fly :)

Este será o meu primeiro review sobre tênis de corrida 😊

Sempre busquei informações de outras pessoas sobre algum modelo que estava interessada, e agora chegou a vez de dizer a minha opinião que pode ser bastante útil a quem pretende adquirir o modelo do qual vou falar.

O modelo será o Nike Zoom Fly, um calçado inspirado no Vapor Fly do projeto Breaking 2 que teve uma repercussão enorme na mídia, deixando os corredores alvoroçados. Eu fiquei, e você?




Recebi o Zoom Fly para testar no mês de agosto, e fiz questão de utilizar por alguns meses justamente para ter um relato consistente, pois nada adianta utilizar por alguns dias, e dizer que tem uma opinião formada. Eu defendo a utilização por algumas semanas justamente para perceber aspectos que dependem de um tempo maior de uso.

Antes de falar sobre a minha experiência, gostaria de relatar algumas características importantes sobre a constituição deste modelo:

Cabedal: 
Em Flymesh com forração
Cadarço Flywire
Possui 6 furos mais o furo extra
Possui contra-forte de espuma
Símbolo Nike emborrachado

Sola: 
Lunarloon
Placa interna de nylon e carbono
Não flexível


Utilização:
Até a data de hoje utilizei o tênis por 18 semanas em dois dos seis treinos semanais, ou seja, utilizei aproximadamente 36 vezes.
Testei em treinos de rodagem (asfalto, cascalho e pista) e também em treinos de velocidade (asfalto e pista).
Utilizei em asfalto e pista molhada também.
Fiz uma prova de 5k, no asfalto, piso seco.
Utilizei-o com meia e sem meia nos treinos, tanto no asfalto, quanto na pista.








Minha percepção sobre os aspectos:

Peso:
Leve e excelente para treinos e competições também.

Drop:
No início estranhei o drop e também a altura do solado, mas depois de alguns treinos me adaptei. A maciez da sola aliada a dureza da placa interna faz o mesmo adaptar aos diversos pisos, inclusive na pista de borracha.

Conforto:
Confortável tanto com meia, quanto sem meia. O revestimento interno é de um tecido bem macio.

Sola, sensação da placa:
No caminhar e no correr é possível sentir a impulsão da placa. Algumas pessoas não sentiram, mas isso pode estar relacionado com o peso corporal.
Talvez o Vapor Fly 4% que tem a placa totalmente de carbono (fato que deixa o tênis caro, assim como os tênis de basquete que utilizam de tecnologia similar), promove uma maior impulsão devido a força do material, quando comparado com o Zoom Fly.

Fôrma:
Fôrma menor e mais estreita. É recomendável olhar na tabela e comparar o tamanho em centímetros dos calçados que já utiliza, e assim ver o tamanho que  for igual quando for comprar.

Tipos de treinos:
É apropriado para todos os tipos de treinos, desde rodagens, longos e treinos de velocidade. Inclusive competições. Adapta-se ao terreno (asfalto e pista), inclusive molhados, sem escorregar.

Durabilidade:
Apesar de utilizar apenas há 18 semanas, a sola se mantém sem nenhum tipo de gasto, inclusive todos os desenhos do solado estão iguais de quando era novo. Apenas mais sujinho, é claro J







Resumo da minha opinião:
A meu ver este calçado provoca uma sensação diferente de todos os tênis que já utilizei (e olha que foram muitos J). Ele tem um preço muito mais acessível do que o Vapor Fly 4%, que foge da realidade de muitos corredores, que não tem condições de dispor de mais de mil reais em um único calçado.

O único ponto que me incomodou foi a altura do solado, principalmente porque utilizo sempre tênis de perfil mais baixo. Mas depois de algumas sessões me acostumei com a altura e até curti aumentar a minha estatura em alguns milímetros J

Eu recomendo a compra para quem já tem interesse. Principalmente porque o tênis tem um arranjo grande de possibilidades de utilizar, independente do local ou distância que o corredor faz.

Confesso que tenho muita vontade de  correr com o Vapor Fly, justamente para poder comparar os dois e verificar as diferenças nos aspectos que avaliei 😉

Espero que tenha gostado deste meu primeiro review. Em breve farei outros dos modelos de tênis que utilizo.

Obrigada por sua visita e bons treinos!

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Longevidade no esporte e na vida


Será que os corredores (me refiro aos amadores) de hoje terão longevidade neste esporte?

Melhoras muito rápidas, pódios em finais de semanas consecutivos durante o ano todo, sem interrupção, mudança e perda rápida de gordura corporal e conquista de um corpo musculoso em um período muito curto.

Será que estes corredores correrão mesmo por muitos anos? Será que eles realmente gostam da corrida ou apenas destes burburinhos de redes sociais e selfies nos eventos de corrida?

Confesso que tudo isto desanima, de ver o quanto a corrida se transformou em um mercado de venda de kits e corpos, perdendo a essência na mesma velocidade que conquista adeptos temporários.

Correr é muito além disso, é um esporte que exige disciplina, dedicação e principalmente paciência. Este último é algo que grande parte dos novatos de hoje não possuem.

Almejar uma distância, uma marca pessoal, exige tempo, e principalmente muito treino. E treino de corrida, não malabarismos ou coisas deste tipo. Quer correr melhor, então treine corrida!

Não existe invenções, mas sim acumular quilômetros para aprender cada vez mais este meio de deslocamento que herdamos de nossos ancestrais.

Bom que a corrida tem tantas coisas boas que elas ainda conseguem, e tem força para se sobressair a estes acontecimentos que desanimam.

Conheço muitos corredores que estão na modalidade há muitos anos: 30, 40, 50 anos de corrida acumulados. E é isso que eu quero pra mim! Correr sempre e curtir cada fase de meus anos de vida. Almejar objetivos reais e vivenciar a preparação para eles honestamente, além de transmitir aos corredores que treino toda a experiência que acumulei nestes 16 anos de corrida, e que quero acumular por muito mais tempo!

Bons treinos e com objetivo para a longevidade neste esporte!


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Conhecendo novos lugares para correr

Estrutura, piso adequado, livre acesso, segurança... estes são alguns importantes aspectos que os praticantes de corrida almejam para a realização de seus treinos.

Desde quando comecei a correr, a rua foi a minha companheira nos treinos. Local primário que a maioria dos corredores amadores possuem acesso mais facilitado.

Por um ano pude frequentar o Clube Esperia, fiz parte da equipe, e vivenciei como é treinar em pista de atletismo.

Por problemas familiares, tive que deixar a equipe do clube e retornar meus treinos ao local de origem, nas ruas do bairro onde moro, Procurando variar nos finais de semana e feriados.

No feriado de 9 de Julho aqui em São Paulo, visitei o Clube Regatas Tietê, recentemente reaberto em setembro de 2014, para a utilização pública.

Por recomendações de amigos corredores, fui correr na pista do local.

O Centro Esportivo Tietê conta com um gramado sintético de 20.000 m² instalados, e em volta dele a pista de duas raias, com 500 metros de extensão. 
Possui cinco ginásios, quatro quadras de tênis, quatro de basquete 3x3, quatro quadras poliesportivas, além de um salão de jogos, playground para as crianças, uma brinquedoteca e uma sala de leitura. 

Adorei o local e recomendo a todos. A pista é bastante macia, adequada aos treinos de velocidade, fartleks e rodagens.

Localizado na Avenida Santos Dumont, 843. Aberto todos os dias, sendo de 2ª a 6ª feira, das 6h as 23h. Sábados e domingos das 6h as 18h.






No sábado seguinte ao feriado, fui conhecer um outro local excelente para correr. 
Desta vez em Barueri, no Parque Municipal Dom José. O parque tem uma área de 95.000 m² e fica em Vila Porto/Boa Vista, bairro da cidade.

Para a prática esportiva há campo de futebol, uma pista de skate, quadras poliesportivas (basquete, tênis, vôlei, vôlei de areia e futsal), aparelhos de ginástica. 
Mas o que mais me chamou a atenção foi a pista de borracha, (é claro rsrs), de 1,1km de extensão, acreditam?!!!

Aquela pista inteirinha de borracha é linda! Fiz meu longo de 18km por lá. Em formato circular, com pequenas oscilações na altimetria. A cada volta a minha vontade de correr aumentava.

Local ótimo para realizar treinos de velocidade, fartleks, rodagens e inclusive longos! E também para passear! Bastante arborizado, com muitas aves compondo a fauna local: gansos, cisnes, patos e muitos tipos de pássaros.





O horário de funcionamento do parque é de 2ª a 6ª feira das 6h as 22h. Sábados, domingos e feriados das 6h as 19h.






Excelentes opções para variar o seu local de treino. Visitem e corram por lá se tiverem oportunidade! Pretendo voltar novamente!

Em breve nas próximas postagens, outros locais que frequentei para treinar em São Paulo.

Bons treinos!



sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Retrospectiva 2014

Mais um ano que está prestes a terminar com muitos momentos para relembrar. 

Terminar e relembrar são palavras que rimam, e por isso precisamos enxergá-las juntas 
para entender o real significado e do quanto uma depende da outra.

Que 2015 seja repleto de muitas realizações a todos, e que cada um de vocês se 
aproxime mais dos próprios sonhos.

Feliz Ano Novo!




sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Ranking Circuito Corpore 2014

Mais um ano de competições, emoções e de muitos aprendizados.

Cada prova deixou uma lição, uma experiência diferente. Cada percurso e distância percorrida exige uma dedicação a mais a um tipo de método de treino, a um volume e intensidade variadas.

Em 2014 estive presente na maior parte das corridas do circuito Corpore. Desde quando comecei a correr tenho elas incluídas em meu calendário.

E pelo terceiro ano consegui ficar entre as 10 melhores participantes do Ranking Corpore no qual premia os atletas com a soma das melhores 5 pontuações obtidas nas provas oferecidas durante o Circuito Corpore.




Além desta premiação, são distribuídos 150 Troféus, 5 por faixa etária no ranking técnico e 185 troféus no ranking fidelidade, sendo neste último a soma de todas pontuações obtidas nas provas oferecidas durante o Circuito. Portanto quanto mais o atleta participar, mais pontos ele acumula para a premiação.



A pontuação é obtida através da Tabela Húngara da IAAF, que contém pontuação por tempo em cada distância para cada sexo, adaptada às corridas de rua da Corpore.

A premiação foi realizada na Câmara Municipal de São Paulo, com representantes da Corpore e outras entidades.



Foi muito bom estar presente novamente neste evento que encerra o ciclo de 2014.








Parabenizo a Corpore Brasil por todo incentivo aos corredores amadores e ao esporte.

Parabéns aos atletas premiados! Que o ano de 2015 seja repleto de mais conquistas a todos!


domingo, 14 de dezembro de 2014

Categorias Wheelchair e Handcycle na corrida de rua

As últimas postagens da Dani Nobile em seu blog despertaram um interesse em pesquisar sobre as diferenças das cadeiras de ciclismo e atletismo no paradesporto.

A nomenclatura internacional destas duas categorias são Handcycle e Wheelchair.

Provas como a Volta Internacional da Pampulha permitem apenas os cadeirantes da categoria Wheelchair e, por outro lado, a liberação em outros eventos das cadeiras de ciclismo (Handcycle), como o circuito Golden Four de meias maratonas.

Recorte regulamento Volta Internacional da Pampulha 2014

Existem diferenças entre as duas cadeiras, tal como o posicionamento do atleta, a movimentação dos braços, a velocidade que cada uma pode atingir e a classificação funcional do atleta de acordo com a sua deficiência.

Atleta da categoria Handcycle em uma prova de ciclismo de estrada

Atletas da categoria Wheelchair em uma prova de rua


Não é a toa que grandes corridas como a maratona de Nova York, que permitem a participação das duas categorias, realizam as classificações separadamente.

Cinco primeiros colocados da categoria Handcycle na maratona de Nova York 2014

Cinco primeiros colocados da categoria Wheelchair na maratona de Nova York 2014
Cinco primeiras colocadas da categoria Wheelchair na Maratona de Nova York 2014

Cinco primeiras colocadas da categoria Handcycle na maratona de Nova York 2014


Visualizando os resultados fica claro o quanto os atletas da categoria Handcycle finalizam a distância em um tempo muito menor do que a outra categoria, mostrando a importância de que a classificação deva ser realizada separadamente.

A solução não é proibir, mas sim deixar que os atletas de ambas categorias participem, e a organização realize a classificação das duas. 
E deixar isso claramente divulgado no regulamento, como já acontece em muitas provas em todo país e no mundo:

Recorte do regulamento da Meia Maratona Internacional da Belo Horizonte 2014
São esclarecimentos que tornam a relação entre os atletas e organizadores muito melhor.

O ideal não seria restringir, mas sim deixar que os atletas de todas categorias possam participar de todos eventos de rua, contribuindo para que o esporte cresça mais em nosso país.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Momentos e ensinamentos que só a corrida é capaz

2014 foi um ano repleto de conquistas na minha vida de corredora amadora.

Corrida Centro Histórico
Foi o ano em que fiz mais meias maratonas, sete no total, incluindo uma marcação de ritmo. 

Mizuno Half Marathon

Mizuno Half Marathon

Meia Maratona Internacional de São Paulo


Meia Maratona Internacional Corpore

Meia Maratona Internacional Corpore


Golden Four Asics São Paulo

Também fiz provas de 5, 7, 9, 10k, 10 milhas e 25k, e até uma cross country, 
sendo vinte e uma provas no total.


Corrida Corpore Oral-B

Cross Country Jaraguá Clube

Cross Country Jaraguá Clube

Também corri fora do estado de São Paulo, em BH, participando de 
uma meia maratona internacional.

Treinador Marcelo Camargo 

Chegada Meia de BH

Finalizei o circuito de corridas Corpore entre as 10 melhores no ranking deste ano, 
e pude participar de quase todas provas do circuito.

Corrida Shopping União Osasco

Corpore Bombeiros


Minhas marcas nas diversas distâncias classifico entre as melhores pessoais, principalmente na meia maratona e nos 10k, no qual obtive mais uma vez o grande prazer de completar
 abaixo dos 40 minutos.

Corrida 115 anos Clube Pinheiros


Corrida e caminhada contra o Câncer de Mama

Participei da primeira meia maratona feminina da América Latina, que foi um marco na história das corridas. Só teve elogios das participantes, que receberam diversos mimos 
durante o final de semana do evento.





Eu e a Carol na primeira meia maratona feminina da América Latina

Consegui primeiras colocações, segundas, terceiras, quartas e quintas. Pude subir em todos degraus do pódio e dividir minhas alegrias com todos que sempre torcem por mim.

Recebendo a medalha na W21k Asics

Pódio ECP 115 anos - mais um sub 40 nos 10k

Pódio Jaraguá Clube

Pódio Eu Atleta São Paulo 10k


Pódio Centro Histórico Corpore

Pódio Disney Magic Run Corpore

Sou realmente amadora do que faço, tudo em minha vida lembra a corrida. As roupas que visto, as pessoas com quem converso, os assuntos que leio e estudo, a minha área que trabalho. Tudo está ligado ao mundo da corrida. E quando algum acontecimento me tira deste mundo, sinto que o meu alicerce é retirado também.

No final desta temporada de 2014 vivencio esta situação. Em uma sessão de treino de ritmo, na semana da minha última corrida do circuito Corpore, tive uma lesão inesperada. Fraturei o quinto metatarso em uma de minhas passadas.

Estou em processo de recuperação. Tive que me abdicar não somente da corrida mas de grande parte das minhas atividades diárias, inclusive a profissional, em decorrência da imobilização. Mas como mesmo disse, tudo em minha vida está ligado a corrida, e assim me sinto muito longe de tudo.

Mas também visualizo este acontecimento como uma forma de ensinamento, de ouvir e respeitar mais o meu corpo. As vezes ficamos tão obsecados por melhorar as marcas pessoais, por conseguir correr mais rápido, por almejar patamares maiores, que ficamos surdos e cegos para o que deve ser feito dentro de um ciclo de treinamento.

Corro a quase 15 anos, sou mais experiente do que quando comecei a correr, mas confesso que ainda preservo a ansiedade de um corredor iniciante.

A prioridade agora é ver esta lesão curada, e assim voltar primeiramente com as atividades diárias em casa, no trabalho, e voltar gradativamente para a corrida, como se estivesse começando agora.

Talvez seja um ciclo em que devo passar, para depois respeitar mais o meu corpo e seu tempo de recuperação.

Já até estou pensando em meus objetivos após eu retomar os treinos. Vou me dedicar primeiramente aos 5k. Evoluir e  melhorar bem a minha melhor marca pessoal. Correr menos e mais forte. Este será o meu lema quando eu puder retornar a corrida.

Mas enquanto isso acompanho os amigos corredores, e continuo treinando e correndo apenas em meus sonhos...

G4 Asics São Paulo

Bons treinos a todos!

Duas meias maratonas em semanas seguidas

Em outubro de 2024, participei de duas provas de meia maratona em dois finais de semana seguidos. Isso ocorreu por conta de uma delas ter ti...