quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Corredor precoce


A frase acima me estimulou a refletir sobre entrada precoce de corredores em distâncias maiores.

Será que ao iniciarmos na modalidade esportiva CORRIDA pulamos etapas importantes?

Se pensarmos desde o início, quando nascemos e iniciamos os primeiros movimentos, aprendemos a rastejar, rolar, e enfim gatinhar.

E o correr também está inserido neste aprendizado, é a parte final desta série de movimentos que não precisam ser ensinados.

Para cada fase, necessitamos de tempo para nos adaptar e aperfeiçoar, e assim progredir para a próxima. E no treinamento planejado para a corrida isso não seria diferente, pois há a necessidade de nos adaptarmos aos estímulos, e principalmente a todas variáveis existentes como controle do treinamento.

Pesquisadores publicam diariamente estudos que investigam as causas mais frequentes de lesão, relacionados ao treinamento. E uma das causas maiores é o aumento brusco das variáveis volume e intensidade.

Precisamos de tempo para aumentarmos a quilometragem a ser percorrida. Por isso fico extremamente preocupada quando vejo pessoas que partem precocemente para a distância MAJOR nas corridas: a MARATONA.

São necessários experiências anteriores com as distâncias menores a ela. É muito mais interessante se desafiar bastante nos 10k, 15k, meia maratona muitas vezes, antes de partir para a estreia em uma maratona.

Não se deixe levar por esta onda de pessoas que participam de uma prova como esta sem preparação adequada. Pois mesmo com um treinamento adequado, percalços podem ocorrer no caminho.

Primeiramente siga um planejamento adequado e aventure-se nas distâncias menores, para assim estar certo de que é a hora certa.
E lembre-se, você não é obrigado a participar de uma maratona para se tornar um corredor. A corrida é muito mais do que isso, ela te traz benefícios diários se a fizer com cautela, dedicação e segurança!

Corra, adquira experiências, vivências, aprendizados e divirta-se muito com seus treinos!


Leitura recomendada sobre o assunto, por Marcelo Camargo: 
http://corridanoar.com.br/quanto-tempo-e-necessario-para-se-preparar-para-uma-maratona/

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Campanha #VemComADani

Essa é a Dani, e seu sobrenome é vitória! 


"Meu nome é Danielle, tenho 29 anos. Era professora de inglês, além de amar correr e ter orgulho de ser meia maratonista. Há 3 anos, sofri um acidente de carro, fraturei a sétima vértebra da cervical e fiquei tetraplégica. 

Correr era, e ainda é, a minha maior paixão. Quando eu passei na linha de chegada pela primeira vez, percebi que eu queria fazer isso pro resto da minha vida. Mas não pense que o sonho acabou depois do acidente. 

Há 1 ano e meio, ganhei uma handbike dos meus amigos e nesse momento, começa a minha nova história. Entrei para o paraciclismo, ganhei a meia maratona de Buenos Aires 2014 e, por ter sido campeã da Wings for Life 2014 na categoria cadeirante feminina, me tornei embaixadora da prova, representando nosso país na Wings For Life 2015 em Verona, na Itália.

Hoje, sou a 3° no ranking nacional no paraciclismo. Recentemente entrei para o paratriatlhon e tenho muito orgulho de dizer que sou a 1ª mulher cadeirante triatleta de nosso país. Mas minha handbike é de ferro e não atende as especificações da UCI pra grandes provas internacionais. 

Sozinha, eu não consigo comprar uma handbike de alumínio, pra continuar vivendo o sonho da corrida e pra melhorar meu desempenho, representando o Brasil lá fora. 

A minha escolha foi viver e não sobreviver. E o esporte é o que me motiva. Vem comigo e me ajude a continuar vivendo esse sonho." 


Dani Nobile


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Recuperar para voltar a correr

Neste texto gostaria de relatar dois assuntos. A minha conquista na corrida Olympikus Family Run no Rio de Janeiro e o por que da minha não participação na Meia Maratona Golden Four em São Paulo.

Há cerca de 5 semanas estava sentindo uma dor intermitente na perna esquerda, principalmente ao redor da canela. No princípio imaginei que fosse uma canelite (inflamação do principal osso da canela, a tíbia, ou os tendões e músculos que a envolvem e que causa uma dor similar). Mas não encontrava pontos específicos de dor, que é algo característico desta lesão. A dor que sentia modificava de lugar dia-a-dia.

Interrompi os treinos de corrida, duas semanas antes da prova de 6k do Rio de Janeiro, pensando ser um tempo suficiente para me curar. Continuei com os treinos aeróbicos por meio de pedaladas e transport na academia, além de exercícios corriqueiros de fortalecimento e que não me causavam dor.

Mas não pude evitar de realizar os esforços diários em casa e no trabalho. E isso acabou retardando a minha recuperação.

Chegou o dia da competição. Estava com muito medo de não conseguir correr, e ao mesmo tempo bastante ansiosa para a prova.

Quando fui iniciar o aquecimento, senti novamente dor, e com a mesma intensidade. Parei imediatamente e continuei realizando a preparação para a prova através de uma caminhada.
No momento pensei: "se for para sentir, será somente no momento da prova".

E assim foi. A partir do tiro de largada, procurei encontrar uma forma de correr que me causasse menos desconforto. Corri o mais rápido que pude. E assim foi durante os 24' de prova.

Consegui terminar a corrida na segunda colocação.










Após a minha participação, as dores ficaram mais fortes. 
Consultei alguns profissionais e foi constatado uma possível inflamação de origem neural.

A primeira hipótese seria uma inflamação no nervo ciático. Este é o maior nervo do corpo humano. Estende-se pela face posterior do quadril, desce por trás da coxa e do joelho de cada perna até alcançar o dedo maior do pé. É responsável em grande parte pela inervação sensitiva, motora e das articulações dos membros inferiores.

São sintomas característicos da dor ciática, que necessariamente não ocorrem ao mesmo tempo. 

- dor que irradia da coluna lombar para a parte posterior da coxa e da perna;

- aumento da dor na perna com tosse, espirro ou estiramento da coluna;

- diminuição da força muscular;

- perda de sensibilidade ou diminuição dos reflexos na região afetada;

- aumento da dor com a manobra de elevar o membro inferior esticado se o paciente estiver deitado.

Os sintomas da compressão do ciático podem variar muito, podem estar ou não associados à dor lombar e, em geral, pioram à noite.

Uma segunda hipótese, após uma consulta com o Dr. José Marques Neto, seria uma hérnia de disco ou algum tipo de pinçamento entre as vértebras lombares ou sacras. 

No momento estou fazendo alguns exames para confirmar o diagnóstico e realizar o tratamento necessário, para voltar a fazer o que mais amo.

Continuo sem treinar corrida, e também tive que optar por não participar da Golden Four em São Paulo, para me poupar mais e me curar. 

Gostaria de agradecer aos profissionais que me auxiliaram, ao Adriano Bastos por me indicar a Ketlin. Onde fiz algumas sessões de Quiropraxia que ajudaram a aliviar bastante a dor.

A Quiropraxia auxilia na redução de dores e tensões, restaurando o movimento normal da vértebra ajustada ou da articulação afetada. Muito obrigada por todos esclarecimentos e atendimento.


Agradeço também ao Dr. José Marques Neto por todo esclarecimento das minhas dúvidas, além de importantes orientações.

Não vejo a hora de voltar a correr. 









terça-feira, 28 de julho de 2015

"Quarenta e duas mil, cento e noventa e cinco vezes obrigado" - Relato Marcelo Jacob

Completar a primeira maratona é algo muito especial e emocionante na vida de todo corredor. 
É a distância que todos falam sobre, que se torna algo a almejar com anos de treino. 

Muitos vão para ela precocemente, muitos esperam a "hora certa". 

Sabemos que esta experiência, em uma distância maior, soará de formas diferentes para cada um. Assim como a sua preparação até o momento alvo.

O texto-relato de Marcelo Jacob da Silva, que completou sua primeira maratona, irá mostrar um resumo de seu caminho, desde quando iniciou a correr.



Foi em algum dia de Março de 2011 quando o Bruno - meu primeiro professor de musculação na MG - perguntou: "Já que você está correndo tanto na esteira durante os treinos, porque não tentar um dia correr na rua?"

Confesso que achei a ideia meio mirabolante e não fiquei inicialmente nem um pouco atraído por ela. Mas ele insistiu e explicou que correr na rua podia ser legal e mais divertido que correr na esteira. E que talvez, eu podia até correr mais rápido.  Humm... Começou a ficar interessante.

Algumas semanas depois, o Marquinhos me falou dos treinos específicos de corrida que a MG ministrava no parque de Toronto e que muitos alunos participavam. Alguns que eu até já conhecia de vista e "das esteiras".

Bom, lá fui eu num Domingão de manhã investigar como era o treino e quem eram aqueles malucos. Cheguei  me sentindo um completo peixe fora d'água e rezando para encontrar logo alguém conhecido.  O que não aconteceu. Lembro tão nitidamente daquele dia. Eu fiz o treino ministrado pelo Marquinhos e conversei com todo mundo que participou. Adorei a experiência. Estava descobrindo que gostava de correr. E gostava muito.

Daquele dia até a primeira prova não se passou muito tempo. "Estreei" na Fila Night Run, primeira etapa, realizada em São Paulo em Maio de 2011. Foi espetacular. Novamente o sentimento inicial de peixe fora d'água deu lugar rapidamente a uma sensação incrível de realização pessoal e puro prazer de correr, de estar ali. 

Bom, dali em diante eu já estava apaixonado. E como todo mundo que já se apaixonou por alguma coisa sabe, a gente fica sempre querendo mais. E mais. E mais ainda. Eu não tinha naquele momento muitos desejos em relação a metas na corrida nem sabia exatamente o que eram planilhas de treino, recordes pessoais, "paces", etc. e nem tinha muito interesse na participação sistemática em provas de rua. Eu só queria correr. Treinar. E talvez até ficar melhor.

Foi assim por cerca de dois anos. Até 2013 eu já havia participado de algumas provas de 10km e mantinha cerca de dois treinos semanais de corrida, que realizava após o trabalho, no começo da noite ou nos finais de semana. Mantive sempre os treinos de musculação de manhã, que agora assumiam um papel específico: me tornar um corredor melhor. Mais uma vez eu tive a sorte de encontrar as pessoas certas. Com a Thais e o Tico, meus treinos de musculação se tornaram muito sistemáticos, eficientes e acreditem, divertidos. 

O Marquinhos havia também sugerido que eu fizesse natação (MG-II) como "cross-training" durante a recuperação de uma lesão no joelho e tive a sorte de receber o treinamento de natação da Vera. Aquela lesão já sarou faz tempo. Mas continuo com a natação entre as modalidades de cross-training porque nadar é simplesmente muito legal.

Assim eu emagreci, fiquei mais forte, aprendi muita coisa pela experiência e também li todos os livros de corrida e nutrição que passavam pela minha frente. Aprendi um pouco sobre conceitos de treinamento de corrida para ao menos entender o jargão dos corredores,  e com isso meus treinos de corrida ficaram melhores.

Com a evolução nos treinos veio a motivação de aumentar os volumes de treino de corrida e também a frequência deles ao longo da semana. Mas havia um pequeno problema: uma vida pessoal e profissional que simplesmente não contemplavam a dedicação que eu gostaria de ter para esse esporte. Ou pelo menos era o que eu achava na época. 

Até que um dia, logo antes de iniciar o treino de musculação por volta das seis horas da manhã, encontrei o Johnny que também se preparava para começar o seu treino. Eu fiz algum comentário como: "Pronto para mais um treino na madrugada?" me referindo - é claro - ao fato de estar ainda quase escuro as seis da manhã e a gente já estar ali para o treino. Para minha surpresa, choque, espanto e tudo o mais, ele revelou que na verdade estava chegando do treino de corrida, que havia feito a partir da 4:30 da manhã. Repito: 4:30 da manhã! Naquele dia eu aprendi com o Johnny que era possível fazer treinos em tais horários. 

Resolvi testar. E foi perfeito. Descobri que minha hora de correr é de manhã. Bem de manhã. Me adaptei perfeitamente e ganhei mais um recurso para evoluir. 

Agora (final de 2013, começo de 2014), eu já tinha testado e adquirido a disciplina que precisava para evoluir e treinava corrida três vezes por semana e também tinha participado de cerca de 6 corridas entre 10 e 16 km. Era hora de evoluir mais.

Foi aí que meu caminho se cruzou com o da Dani, que passou a me orientar nos treinos de uma forma que eu nem sabia que era possível e que existia. 
Com a Dani eu aprendi a importância do planejamento do treino, o aspecto fundamental de se traçar uma meta de performance na corrida e de trabalhar para atingí-la. 
Não será novidade para ninguém que conhece a Dani se eu disser que após conhecê-la eu descobri como age e pensa uma corredora de verdade. Alguém que de fato ama esse esporte e propaga esse amor para todos que estão ao seu redor. 
A Dani passou a me orientar em todas as minhas metas de corrida desde o início de 2014 e com a ajuda dela eu passei a atingir metas que jamais imaginei que seriam possíveis para mim. 
A Dani me fez descobrir que esse ex-gordinho que já passou dos 40 ainda podia ser capaz correr 10 km em menos de 43 minutos. Que podia correr meia maratonas de forma consistente, forte, e ainda terminar com um sorriso no rosto.

Com tudo isso algo dentro de mim me fez acreditar que muito mais ainda seria possível.
Então eu treinei, treinei muito, me machuquei, me curei e me preparei para a minha primeira maratona, realizada no último Domingo, dia 26 de Julho no Rio de Janeiro. 


Não há como descrever meus sentimentos após alcançar o pórtico de chegada 3 horas e 51 minutos após a largada dessa minha primeira aventura em maratonas. Por isso nem vou tentar. 

Quero apenas agradecer as pessoas incríveis que tive a sorte de encontrar nesse caminho. Dani, Carol, Marquinhos, Bruno, Thais, Tico, Johnny, Vera, Leo, Andrea, Rodrigo, Ana. 

Sem vocês, sem a atenção, o tempo, o talento e carinho recebido de vocês eu jamais teria feito o que eu fiz. E o que eu fiz não foi completar uma maratona. Foi muito mais que isso. Foi me tornar uma pessoa melhor. 

Não sei se vocês sabem, mas é isso que vocês fazem como seu trabalho. Tornam as pessoas melhores. Obrigado. Quarenta e duas mil, cento e noventa e cinco vezes, obrigado."

Marcelo Jacob         

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Conhecendo novos lugares para correr

Estrutura, piso adequado, livre acesso, segurança... estes são alguns importantes aspectos que os praticantes de corrida almejam para a realização de seus treinos.

Desde quando comecei a correr, a rua foi a minha companheira nos treinos. Local primário que a maioria dos corredores amadores possuem acesso mais facilitado.

Por um ano pude frequentar o Clube Esperia, fiz parte da equipe, e vivenciei como é treinar em pista de atletismo.

Por problemas familiares, tive que deixar a equipe do clube e retornar meus treinos ao local de origem, nas ruas do bairro onde moro, Procurando variar nos finais de semana e feriados.

No feriado de 9 de Julho aqui em São Paulo, visitei o Clube Regatas Tietê, recentemente reaberto em setembro de 2014, para a utilização pública.

Por recomendações de amigos corredores, fui correr na pista do local.

O Centro Esportivo Tietê conta com um gramado sintético de 20.000 m² instalados, e em volta dele a pista de duas raias, com 500 metros de extensão. 
Possui cinco ginásios, quatro quadras de tênis, quatro de basquete 3x3, quatro quadras poliesportivas, além de um salão de jogos, playground para as crianças, uma brinquedoteca e uma sala de leitura. 

Adorei o local e recomendo a todos. A pista é bastante macia, adequada aos treinos de velocidade, fartleks e rodagens.

Localizado na Avenida Santos Dumont, 843. Aberto todos os dias, sendo de 2ª a 6ª feira, das 6h as 23h. Sábados e domingos das 6h as 18h.






No sábado seguinte ao feriado, fui conhecer um outro local excelente para correr. 
Desta vez em Barueri, no Parque Municipal Dom José. O parque tem uma área de 95.000 m² e fica em Vila Porto/Boa Vista, bairro da cidade.

Para a prática esportiva há campo de futebol, uma pista de skate, quadras poliesportivas (basquete, tênis, vôlei, vôlei de areia e futsal), aparelhos de ginástica. 
Mas o que mais me chamou a atenção foi a pista de borracha, (é claro rsrs), de 1,1km de extensão, acreditam?!!!

Aquela pista inteirinha de borracha é linda! Fiz meu longo de 18km por lá. Em formato circular, com pequenas oscilações na altimetria. A cada volta a minha vontade de correr aumentava.

Local ótimo para realizar treinos de velocidade, fartleks, rodagens e inclusive longos! E também para passear! Bastante arborizado, com muitas aves compondo a fauna local: gansos, cisnes, patos e muitos tipos de pássaros.





O horário de funcionamento do parque é de 2ª a 6ª feira das 6h as 22h. Sábados, domingos e feriados das 6h as 19h.






Excelentes opções para variar o seu local de treino. Visitem e corram por lá se tiverem oportunidade! Pretendo voltar novamente!

Em breve nas próximas postagens, outros locais que frequentei para treinar em São Paulo.

Bons treinos!



terça-feira, 16 de junho de 2015

Realmente correr é maravilhoso: it's runderful!

Você acredita que o esporte é capaz de mudar a vida das pessoas?

Eu acredito.

Por isso que nesta postagem não vou falar de resultados, mas sim em tudo que percebo nas vidas de algumas pessoas que estavam presentes no evento.



Desde que a corrida passou a fazer parte da minha vida pude conhecer muitas pessoas, mudar hábitos, vivenciar desafios e emoções diárias. 


Muitos podem achar um exagero dar tanta importância a uma modalidade, mas eu nunca tive dúvidas do poder do esporte. 

Percebi isso em mim. Percebo nos outros. Pessoas que tiveram suas rotinas diárias modificadas radicalmente para um estilo de vida mais saudável, com mais alegria, amizades...




Pessoas que antes eram muito fechadas, tímidas, e que hoje falam pelos cotovelos rsrs. 
Pessoas que superaram doenças graves, e hoje compartilham com milhares o seu exemplo.


Foi a corrida que me levou a este mundo, onde todos são capazes de serem fortes, ou melhor, de se sentirem mais fortes.




Por isso que cada modalidade não se resume apenas na prática, ela está envolta de diversos benefícios que trás junto com ela.


Procure algo que você se identifique e sinta em sua própria vida tudo que ela pode te proporcionar.





"O esporte trás o que é de melhor para uma pessoa, mas que não vire obrigação 
porque desta forma o efeito é contrário". 

Esta foi uma frase que meu irmão me disse e que jamais vou esquecer.

Parabéns a todos que compartilham deste ideal, que encontram uma pequena parcela de seu dia para se dedicar a algo que te agrade, que goste e que te dê prazer.

 








Duas meias maratonas em semanas seguidas

Em outubro de 2024, participei de duas provas de meia maratona em dois finais de semana seguidos. Isso ocorreu por conta de uma delas ter ti...